sexta-feira, 29 de junho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
Bate tum-tum acelerado...
"Acho que vou te mandar um bilhetinho
Com açúcar, com afeto e com carinho
Pra dizer que eu tô gostando de você"
Com açúcar, com afeto e com carinho
Pra dizer que eu tô gostando de você"
sábado, 23 de junho de 2007
Fazer o sonho acontecer...
Por algum acaso do destino eu fui escolher a área de humanas, por manobras do governo a gente acabou entrando em greve, por causa da greve mil coisas foram ditas, mil posições foram tomadas e a aparente paz foi abalada... Fato: ninguém pensa de maneira igual.
Analisando o movimento ao ver de uma Lais...
Quando eu passei no vestibular me disseram que eu ia crescer, virar gente grande e todas as coisas que isso acarreta. Eu pensava que isso ia girar em torno das responsabilidades, morar sozinha, não ter mais a família por perto, fazer novas amizades, cuidar de si... Aí veio a greve e eu descobri que não era só disso que se tratava e acho que não devo ter sido a única a descobrir isso. Trata-se de um pouco mais, de visão política, de sentimentos, de ser humano.
De maneira alguma eu quero entrar nos motivos dela nesse momento, quero dizer o quanto eu, Lais, cresci com ela. Eu aprendi que a política traz o pior e o melhor lado do ser humano a tona. Os grevistas? Não acredito que nós somos baderneiros que invadimos os lugares e gostamos de ficar sem aula, acredito sim que somos sonhadores (é, é essa a palavra), pessoas que acreditam que podem mudar um pedacinho do mundo e se nós não podemos, quem pode?! Poderíamos ter ficado quietos e concluir nossos cursos e tocar um foda-se, mas não acreditamos que assim estaríamos fazendo algo certo. Mas eu digo também que não é altruísmo, é um certo egoísmo pra daqui a uns anos poder falar com orgulho que estudou em uma das melhores universidades do país.
No meu instituto vinte pessoas tentaram fazer o movimento andar, vinte pessoas viram que vinte pessoas não são o suficiente. Agora nessa reta final sem nenhuma vitória nós vemos que ficaremos provavelmente marcados... nós tentamos de todas as maneiras abrir discussões, fazer debates, passamos filmes, programamos rodas para ver que eram só as mesmas pessoas que iam. Não que as pessoas de opinião diferente não pudessem participar, eram elas quem mais queríamos trazer pra uma discussão... algumas até vieram. Têm pessoas que nos chamaram de manipuladores. Outras pessoas se deram férias. Mas o que me magoa é ver que, enquanto nós acreditamos que podemos mudar o errado, algumas pessoas só se preocupam com seu semestre "perdido"...
Eu ando cansada, desanimada e desacreditada com essa greve... mas eu disse que ia era tratar do que eu aprendi. Se por um lado eu vi que conversar apenas não funciona, que você tem que tomar cuidado com o que diz dentro da sua própria casa e agüentar comentários cruéis e fingir que nada tá acontecendo; por outro lado eu vi que de fato a greve une corações (como dizia o cartaz do pedrinho), reforcei laços de amizade, tive a oportunidade incrível de conhecer melhor certaz pessoas, ri de situações divertidas e embaraçosas... de certa forma evolui!
Hoje eu só espero que as amizades de antes não se abalem... eu espero chegar em casa e voltar a ser a menina tímida que se irrita apenas com o barulho que vem da sala... que os corações unidos permaneçam assim!!! =)
foto: flash mob (lê-se: tentativa de falar com a população)
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Quem sabe...
Perceber o coração bater mais forte só por alguém... quem sabe isso quer dizer amor?!
Coisas de Milton Nascimento... fazer o sonho acontecer...
domingo, 17 de junho de 2007
Explica a minha paz?
A brisa entrando pela janela e a música que toca querendo "consertar tudo que eu fiz", além de me lembrar de uma primavera, fez com que eu ficasse com uma vontade absurda de escrever...
Tava pensando em coisas estranhas e me dei conta de uma coisa que todo mundo já deve ter percebido, o ser humano tem uma capacidade absurda pra se identificar com a música que toca do nada, faz meia hora que eu me vejo em todas que tocaram. Mas era disso que eu queria falar?!
É a primeira vez que eu escrevo aqui se eu continuo ou não já são outros quinhentos, mas tratando-se de primeira vez eu lembro de um sorriso apagado que eu vi ontem e que já tinha visto não faz muito tempo no espelho... ah sim "o primeiro pé na bunda a gente nunca esquece" (e talvez eu tenha chegado no ponto que eu queria), ou esquece?! Será que uma coisa que mesmo depois de meses ainda causa um certo aperto no coração daqui uns anos vai ser apenas uma lembrança pequena e infeliz?!
Eu tava lendo uma coluna no jornal que dizia que todos relacionamentos deviam acabar de maneira trágica, eu discordo. Talvez assim seja mais fácil de se reerguer do tombo, mas e toda aquela remoeção que vem dos fins belos e incertos e que nos torna mais humanos e nos ensina que nós somos cheios de defeitos?! Será que com os fins trágicos daríamos o mesmo valor pro sentimento de liberdade que vem depois do choro depressivo e lastimável? Será que ainda assim aprenderíamos alguma coisa sobre nós mesmos? Ou apenas levaríamos mágoas e uma péssima lembrança...
Deixem os finais trágicos para o romantismo!
E para aquele sorriso apagado, quem sabe sirva o que eu já ouvi?!
"Não vou te dizer que passa e que daqui a pouco você vai tá bem de novo. Eu sei que dói e vai doer ainda mais. Mas eu também sei que você precisa reagir, que você não pode se entregar."
E fazer nada é um tipo de reação...
E eu aprendi que alguém que tira o sorriso do seu rosto não merece estar do seu lado... e vale pros dois lados!
Me disseram que tava mais do que na hora de eu começar a escrever...
Tava pensando em coisas estranhas e me dei conta de uma coisa que todo mundo já deve ter percebido, o ser humano tem uma capacidade absurda pra se identificar com a música que toca do nada, faz meia hora que eu me vejo em todas que tocaram. Mas era disso que eu queria falar?!
É a primeira vez que eu escrevo aqui se eu continuo ou não já são outros quinhentos, mas tratando-se de primeira vez eu lembro de um sorriso apagado que eu vi ontem e que já tinha visto não faz muito tempo no espelho... ah sim "o primeiro pé na bunda a gente nunca esquece" (e talvez eu tenha chegado no ponto que eu queria), ou esquece?! Será que uma coisa que mesmo depois de meses ainda causa um certo aperto no coração daqui uns anos vai ser apenas uma lembrança pequena e infeliz?!
Eu tava lendo uma coluna no jornal que dizia que todos relacionamentos deviam acabar de maneira trágica, eu discordo. Talvez assim seja mais fácil de se reerguer do tombo, mas e toda aquela remoeção que vem dos fins belos e incertos e que nos torna mais humanos e nos ensina que nós somos cheios de defeitos?! Será que com os fins trágicos daríamos o mesmo valor pro sentimento de liberdade que vem depois do choro depressivo e lastimável? Será que ainda assim aprenderíamos alguma coisa sobre nós mesmos? Ou apenas levaríamos mágoas e uma péssima lembrança...
Deixem os finais trágicos para o romantismo!
E para aquele sorriso apagado, quem sabe sirva o que eu já ouvi?!
"Não vou te dizer que passa e que daqui a pouco você vai tá bem de novo. Eu sei que dói e vai doer ainda mais. Mas eu também sei que você precisa reagir, que você não pode se entregar."
E fazer nada é um tipo de reação...
E eu aprendi que alguém que tira o sorriso do seu rosto não merece estar do seu lado... e vale pros dois lados!
Me disseram que tava mais do que na hora de eu começar a escrever...
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